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quinta-feira, 8 de novembro de 2007

Games:'Orange Box’ leva criatividade aos jogos de tiro.




A fórmula do estúdio Valve para produzir um dos pacotes mais divertidos e criativos da história dos jogos de tiro não exigiu milhões de dólares em marketing, nem a reinvenção da roda.

"The Orange Box" (PC, Xbox 360, PS3) é, em resumo, o reaproveitamento da versátil ferramenta de programação Source, que fez nascer e crescer a série "Half-Life". O detalhe é que a ferramenta de sempre foi usada com sabedoria para aprimorar o clássico "Half-Life 2", renovar "Team Fortress 2" e criar o surpreendente "Portal".

No Brasil, a "caixa laranja" está disponível apenas para PC, ao preço de R$ 99. Para ativar os jogos, é necessário instalar o programa Steam (incluso no pacote) e estar conectado à internet. Os jogos, com exceção do "Half-Life 2" original, têm a opção de "comentários do produtor". Quando ativado, o recurso coloca comentários dos designers durante pontos específicos de cada fase.



Veja mais imagens de "Orange Box"



Piscinas de material radioativo, barris explosivos, 'headcrabs' e a ajuda de Alyx Vance: o segundo episódio de 'Half-Life 2' leva a ação para novos cenários e, claro, traz mais perguntas sem respostas (Foto: Reprodução)

Qualquer comentário sobre "Half-Life 2" pode revelar acontecimentos do enredo que se desenrola desde 2001. Para não estragar surpresas, fica o resumo: depois de escapar da City 17, Gordon Freeman e Alyx Vance devem fugir ao encontro do pai da garota.

No caminho, novos inimigos, cenários inéditos e situações que vão encher a cabeça do jogador com dúvidas que, esperamos, sejam resolvidas no terceiro episódio. O pique da série continua intacto: momentos de reconhecimento do ambiente, trechos de exploração do cenário e quebra-cabeças entre uma batalha e outra com muitos tiros e destruição.

Quando a receita parece esgotada, surge uma ponte quebrada que deve ser atravessada com um carro que já viu dias melhores, surgem inimigos que tomam iniciativa e não dão espaço para o ataque.

Um passo à frente na história e na qualidade do jogo, "Episode Two" comprova que "Half-Life 2" ainda tem muito a nos ensinar.

Team Fortress 2


O visual cartunesco de 'Team Fortress 2' garante a personalidade do jogo. São nove classes de soldados, e as equipes se enfrentam em modos como 'captura de documento secreto' e 'conquista de base inimiga' (Foto: Reprodução)

"Counter-Strike" encontra "Cartoon Network". Com visual cartunesco, personagens estereotipados e ritmo de jogo frenético, o antigo "Team Fortress" ressuscitou -- e está mais bonito que nunca.

A estrutura é a mesma consagrada por jogos de tiro multiplayer: duas equipes se enfrentam on-line, em diversos mapas e com diferentes modos de jogo. São nove classes de personagens, incluindo soldados, atiradores de elite, espiões, incendiários, médicos e engenheiros que incorporam seus papéis e colocam suas armas à disposição do jogador.

Um "Scout" tem pistola, cartucheira e taco de beisebol. Por ser rápido, é a escolha certa para as missões de invadir a base inimiga e roubar a pasta com "documentos secretos". O médico deve assumir uma postura mais defensiva, ajudando os companheiros de equipe a recuperar energia perdida. Já o espião pode se disfarçar com as cores rivais e, sem chamar atenção, atacar pelas costas.

As estatísticas de cada jogador são armazenadas no perfil on-line, e indicam desde o tempo total de jogo até detalhes menores que servem para destravar "conquistas" (achievements, no inglês). Infelizmente, "Team Fortress 2" não permite a criação de partidas "off-line" para que o jogador treine antes das partidas multiplayer.

Em clima de conspiração e bom humor, "Team Fortress 2" dá vida nova ao gênero "polícia e ladrão" que havia se esgotado em "Counter-Strike".

Portal


A 'arma' do protagonista abre portais em paredes, tetos e pisos. O que entra por um portal, sai pelo outro. Para alcançar lugares de difícil acesso, o jogador deve trabalhar com a lei da gravidade (Foto: Reprodução)

Você é recepcionado no centro de pesquisas Aperture e recebe uma missão: atravessar as salas de teste para, no final, ganhar um bolo.

A proposta é a apenas a primeira piada de "Portal", jogo que usa a física e o bom-humor para criar uma nova forma de jogo em primeira pessoa. Com uma arma que abre portais pelas paredes, o jogador deve encontrar a porta de saída de cada cenário -- e descobrir como chegar até lá.

Mas não é tão simples como parece. As armadilhas são lagos de material radioativo, lasers fatais e até robôs que estão no lugar errado -- mais um "erro de procedimento" do laboratório de testes Aperture. Para atravessar grandes distâncias e atingir lugares a princípio inalcançáveis, o jogador deve aliar os portais e entender conceitos de física como força gravitacional, velocidade e quantidade de movimento.

O conceito básico é: o que entra por um portal, sai pelo outro. Isso inclui o próprio jogador, além de objetos como caixas, robôs e câmeras de vigilância.

As instruções são dadas por um robô que tudo sabe e tudo vê, e cujo papel tem importância fundamental no final. Ele "guia" o jogador no começo, mas logo seus recados começam a colocar o jogador em dúvida, provocando e fazendo piadas. Obedecer ou não? Arriscar ou desistir?

A cada nova sala são apresentados conceitos que o jogador deve entender para resolver problemas mais complexos. Ao final das 19 fases, o jogador pode escolher os mapas extras ou refazer os percursos anteriores em tempo menor.Além da arma que abre portais, o jogador pode usar um bloco para ativar botões, abrir portas e até se proteger de lasers. A certo ponto do jogo, frases rabiscadas na parede tentam convencer o jogador a desistir.

Baseado em um conceito simples, "Portal" revoluciona a idéia de "quebra-cabeça". Você não vai conseguir sair do jogo até chegar ao final. Apesar de o jogo ainda não ter uma grande variedade de mapas, você vai ter orgulho de dizer que trocou seu passatempo preferido (seja ele qual for) por um "teste de física guiado por robôs".





Fonte G1.




Chemical Brothers agitam pista em SP com novos e antigos hits.



Dupla inglesa se apresentou no Credicard Hall nesta quarta-feira (7). Base da performance foi o mais recente disco, "We are the night" (2007).


Não era a primeira visita ao Brasil, e sim a terceira, a performance aconteceu em um meio de semana e o valor do ingresso estava para lá de salgado, dentro de um calendário de shows com muita concorrência neste final de ano. Mas a dupla eletrônica Chemical Brothers não só recebeu um ótimo público em sua apresentação na noite desta quarta-feira (7), no Credicard Hall de São Paulo, como conseguiu retribuir com um set que promoveu o que se espera ver em uma pista de dança.


Os ingleses Tom Rowlands e Ed Simons vieram ao país como parte da excursão para mostrar seu sexto e mais recente disco, "We are the night", lançado em julho deste ano. No show, com uma combinação de várias faixas novas e momentos mais conhecidos da carreira, sob efeitos de luzes e imagens psicodélicas no telão, os Chemical Brothers equilibraram bem a parte dançante com a lisergia que é marca de seus álbuns.

Em 1h50 de performance, os momentos que mais empolgaram a platéia foram os dos megahits "Hey boy hey girl", logo no primeiro quarto de apresentação, e "Block rockin' beats", já no final. Nesses instantes, a apresentação se aproximou mais do que se dizia no começo de carreira dos Chemical Brothers, de uma "música eletrônica para roqueiros", com um público deixando a pista de lado e agitando de uma maneira mais própria de quando as guitarras são a peça mais importante dentro de uma performance.

Rowlands e Simons - que não conversaram com a platéia, mas gesticularam com certo entusiasmo - ainda homenagearam a house do final dos anos 1980/começo dos 1990, com a menção a "Don't fight, feel it", música da faceta mais dançante do Primal Scream, e trouxeram balanço com a levada ítalo-disco empregada para a viajante "Star guitar", sucesso de "Come with us" (2002). Outro hit foi "Out of control", com vocais de estúdio de Bernard Sumner (do New Order).

O novo disco esteve presente na performance em diversos momentos, como com "All rights reversed", música que originalmente teve participação dos Klaxons, a quase electro "Do it again" e a faixa-título, com o refrão que repete o "We are the night" (Nós somos a noite) que simboliza a relação dos Chemical Brothers com a hora de sair para dançar.

Outro ponto alto da apresentação foram as imagens exibidas no telão, que se casavam bem com a atmosfera psicodélica da música dos Chemical Brothers e remetiam ao belo visual dos marcantes clipes da dupla.



Fonte: G1

quarta-feira, 7 de novembro de 2007

NB TEEN...UMA NOVA PROPOSTA DE SE FAZER NOTÍCIA.




  • O Notícia Bombásticas agora cria uma nova proposta aberta aos seus internautas. Um blog exclusivo ao público teen. A intenção dos blogueiros Márcio Felipe & Anabela Freitas é de ampliar e desenvolver em contrapartida, uma prestação de serviços relativos a informação e entretenimento ao público jovem.





  • O http://www.notíciasbombasticas.zip.net/ é o 1º Blog Revista do Brasil com uma proposta de trabalho diferente dos demais blogs. Õutros tipos de blogs posteriormente deverão surgir como: O NB mulher, NB esportes e o NB Turismo. Além disso, o NB oferece serviços com links super importantes como: Orkut, Google, G1, Jovem Pan FM, Antena 1 e outros.







  • E não para por aí...o Portal de Notícias http://www.folhadeteresina.com.br um de nossos fiéis parceiros, acreditou na proposta de um casamento fundamental entre NB & FT, por isso, estamos linkados diretamente ao seu site. Sendo assim, a nossa clientela (os anunciantes) ávidos por apresentar seus serviços,nos tem dado a credibilidade, seriedade em nossa proposta. Criamos no entanto, uma nova forma de se fazer notícia. O NB é um blog revista com um novo perfil na era dos BLOGS. Agora só falta você nos prestigiar com suas visitas, opiniões e sugestões.






NB teen... tão jovem quanto você!